Chapter 2013 – Act 06, Page 01

Sol, resplandecente e alvo no céu turvo e límpido de São Paulo, não sei direito o que dizer, mas assim o farei. Hoje estreio (nossa, como é estranho escrever ‘estréio’ sem o antigo acento) meio novo patins com a linda da minha prima preferida (a única prima) Raíssa. Ah, sou um fofo quando quero, até a exalto, mesmo ela tendo me derrubado no Parque do Ibirapuera.

Há anos que não patinava, anos e anos, talvez por volta de uns 8 anos longe das rodinhas. É estranha e feliz a sensação de correr e vão com tão pouco esforço, lembro-me da primeira vez que patinei, estava em casa e corri pelo corredor dos quartos segurando nas paredes para não cair. Cair, o que isso significa para muitos? Hoje caí, passei com as rodinhas do patins sobre um punhado de areia enquanto fazia uma curva, o resultado foi o chão duro, e me levantei vitorioso por ter sabido cair.

Às vezes caímos e nem percebemos, mas precisamos sobreviver e continuar vivendo à nossa maneira. Ei de levantar de todas as quedas, de todos os desníveis e de todos os tombos, nada me parará, e repito àqueles que não compreenderam, NADA ME PARARÁ, ouviram, NADA.

Terminamos a noite com muita risada, e reflexão sobre o filme The Hauting, In Connecticut 2. História de uma família que possuía um dom especial de visualizar aqueles que partiram, compreendo o medo da ignorância de uma e repreendo o descaso de outra, mas a melhor atitude é do rapaz que assiste a tudo como se ter contato com os espíritos fosse tão comum quanto comprar pães. É, reconheço que esse é um excelente filme.

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