Chapter 2013 – Act 07, Page 02

Terça-feira, dia chuvoso, tarde de garoa, cinza e mais cinzas caindo pela cidade. Ah, o Inverno, minha estação preferida e amada, mas com o passar do tempo aprecio lindamente a queria Primavera, talvez devo estar evoluindo meu ser e apreciando melhor o princípio da vida e sua beleza, deixando um pouco a morte no backstage. Sei que um dia tudo morre, e não vale a pena vivenciar todos os dias essa morte, que afaga meu ser e acalenta meu pranto silencioso e discreto. “Viver! E não ter a vergonha de ser feliz, cantar e cantar e cantar, a beleza de ser um eterno aprendiz”.

Sim, às vezes tenho o dom de fazer comida feia e ruim, e muitas vezes errar no sal e deixar tudo intragável. Mas fazer o que, se nasci para experimentar novas aventuras gastronômicas, e por que não misturar doce, amargo, cremoso e sólido num só alimento. Ok, deixemos a cozinha para quem entende dela há mais tempo, e pensemos em novas formas de salvar o planeta e evitar a explosão solar, e defender a preservação das ladybugs.

Tenho certeza que hoje, nestes simplórios 13ºC, não um ser vivo num raio de 1km que permaneça com alguma ideia fixa de mergulhar numa piscina fria, acredito piamente nisto. E mesmo que haja alguém com tal pensamento, foda-se, sei que não saiu deste quarto quente e aconchegante, pois minha mão dói e meus dedos tremem.

snow night

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