Maldição Ancestral – H. P. Lovecraft

Por que não saí correndo naquele momento? Eu podia ir muito bem para casa sozinha… podia pegar um táxi, ou ir a pé. O Gabriel deixara a porta apenas encostada e, se ele tentasse me impedir, aquele rapaz magrinho ia experimentar o que é o golpe de Judô Ippon-seoi-nague seguido de uma chave de braço! Eu poderia escapar se quisesse, mas estranhamente sequer me mexia. Pensei que era o medo que me paralisava, um medo tão intenso como jamais imaginei poder sentir, um terror quem nem mesmo o estranho vídeo justificava. Mas por que não me mexia? Mas por que queria ficar? Algo dentro de mim pedia para que ficasse, algo que se misturava com o medo e o fazia paralisar minhas pernas.

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