texto de 2010

Convivo com a ideia da morte todos os dias. A nossa pequena grande diferença é que não consigo mostrar meus sentimentos, aprendi a assumir uma personagem, que molda todos seus sentimentos. Enquanto por fora me mostro inabalável e inatingível, por dentro, vivo em ruínas. Tento me erguer dos destroços e das cinzas mas não consigo, então é mais fácil representar, mostrar uma aparência, ao invés de tentar realmente “arrumá-la”. A realidade é crua e dura. Também vivo em um mundo de fantasia, só que no meu mundo somente eu mando. Não existem estranhos colocando o bedelho onde não são chamado.

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