Chapter 2015 – Act 12, Page 02

Hoje acordei livre, sem amarras e contendas, sem peso ou pressa, sem dissabores do ócio da vida cotidiana. Mas, mesmo sem ter que ir para a agência, minha agenda está lotada de coisas sérias para serem feitas. Aproveito a saída da Laura para ir com ela ao metrô, já no vagão penso e agora escrevo, observando a vida passar reticente por entre os trilhos e vias, cada pessoa em sua bolha social, cada olhar perdido por entre as janelas fechadas por anúncios. Há uma senhora pedindo ajuda, já a vi algumas vezes nos vagões e lembro-me que na última vez a história que ela contava para pedir esmolas era diferente. Enfim, quem sou eu para julgar essa senhora por suas histórias desconexas. 

Vinte e três minutos depois de me despedir da Laura chego à Santana e reparo que o meu pensamento está no Dee, mal o conheço e ainda não sei muito sobre ele, mas o pouco que sei é conheco, já gosto. Ele demonstra interesse em mim, se preocupa e se faz presente nos meus momentos. E seus olhos verdes, abraço forte e beijo instigante me deixam sem ar é completamente entregue. 

Em casa olho tudo e não vejo nada. Tenho tanto a fazer que não sei por onde começar. Ei de elencarem as prioridades e em breve finalizar todos os afazeres. Preguiça de tudo e todos. 

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